Mato Grosso do Sul é o 2º em abates no Brasil

Estado é dos que mais contribui para avanço da projeção de produção de carne bovina.

Mato Grosso do Sul é o segundo colocação do ranking nacional de abate bovino e contribui para a projeção de produção de carne no Brasil com 4,1 milhões de animais abatidos no último ano. Neste cenário Mato Grosso do Sul, juntamente com Mato Grosso, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Pará e Rondônia, estão no topo do ranking e somam 72% dos abates no Brasil. Os dados foram divulgados pelo Mapa juntamente com as projeções para carne suína, aves e grãos. O Governo Federal projeta crescimento na produção de carne bovina de 1,9% ao ano, número que possibilitará o atendimento tanto do consumo doméstico, quanto das exportações. Para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a produção de carne bovina no país crescerá 22,8% em 10 anos e representará volume de 11,9 milhões de toneladas. Com atenção voltada para a busca de uma produção de qualidade – tendo como base o avanço do consumo de carne bovina pelos brasileiros, que crescerá 15,6% até 2024 – o produtor rural de MS, Adilson Reich, há dez anos investe fortemente no senepol, raça que cresce 30% ao ano no país e está presente atualmente em 17 estados. “As vantagens dessa raça começam dentro da porteira e chegam até o consumidor final, uma vez que por ser um taurino totalmente adaptável as condições climáticas do país, consegue em um curto espaço de tempo produzir carne de excelência, com suculência, maciez e alta taxa nutricional”, avalia Reich, proprietário do criatório Senepol Luar. Segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Senepol (ABCB Senepol) o rebanho nacional desta raça soma-se 30 mil cabeças e é indicada para regiões tropicais, como o Centro-Oeste. “Com as altas temperaturas que atingem Mato Grosso do Sul e estados vizinhos, os criadores precisam estar atentos à genética animal e sua adaptabilidade ao clima. Neste sentido, o senepol tem ganhado espaço devido sua resistência e rusticidade, sem prejuízo algum para o ganho de peso do animal”, detalha Reich.

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